Conheça Sua Dor
Entender o que você sente é o primeiro passo para mudar o que você vive.
Mas nós
sabemos
o peso que ela
tem na sua vida.
Se você convive com dor há meses ou até anos, provavelmente já se fez perguntas como:
“Por que meus exames não mostram nada?”
“Se está tudo normal, por que ainda dói?”
“Será que isso vai ser assim pra sempre?”
“Será que a dor é psicológica?”
Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E elas não significam que a sua dor é menor, mas que ela ainda não foi compreendida da forma certa.
Na Ressora, a gente começa entendendo a sua dor com profundidade.
A ciencia da dor
Por que eu sinto dor se “não aparece nada” no exame?
Imagine que a dor é como um alarme de incêndio. Quando você se machuca — em um corte, uma queda ou uma inflamação — esse alarme dispara para proteger o seu corpo.
Essa é a dor aguda, que é útil, pontual e necessária. Agora imagine que, mesmo depois do incêndio ser apagado, o alarme continua disparando. Isso é o que acontece na dor crônica. O problema não está mais apenas no local da dor, mas na forma como o seu corpo e o seu cérebro estão interpretando os sinais. Além disso, por mais que apareçam algumas alterações no seu exame de imagem como na ressonância magnética de coluna, muitas vezes essas alterações não são as responsáveis pela sua dor. Nem toda dor tem uma lesão, e nem toda lesão causa dor.
E isso não significa que a dor não é real. Significa que ela precisa ser tratada de outra forma.
DOR AGUDA I ALERTA PONTUAL
Causa: Lesão clara nos tecidos (ex: entorse, corte).
Função: Proteção imediata.
Duração: Curta (dias ou semanas).
Tratamento: Focado na cicatrização do local.
DOR CRÔNICA I ALARME SENSÍVEL
Causa: Alteração na forma como o cérebro processa os sinais.
Função: Se torna disfuncional, doença.
Duração: Persiste por mais de 3 meses (meses ou anos).
Tratamento: Multimodal – modificação dos hábitos de vida. Comportamento – Exercícios – Neuromodulação.
Condições Que Acompanhamos
A dor crônica pode surgir de diferentes mecanismos e condições clínicas.
Segundo a classificação internacional da dor da IASP, as dores crônicas podem ser divididas em condições primárias — quando a própria dor se torna uma condição de saúde — e condições secundárias, quando a dor está associada a outra doença ou alteração identificável.
Dor Crônica Primária
Condições nas quais a dor persiste e se torna uma condição clínica em si, frequentemente associada a alterações no processamento do sistema nervoso.
Condições nas quais a dor persiste e se torna uma condição clínica em si, frequentemente associada a alterações no processamento do sistema nervoso.
Fibromialgia
Síndrome comum caracterizada por dor crônica generalizada, fadiga e distúrbios do sono.
Síndrome de Dor Regional Complexa (SDRC)
- • Dor regional desproporcional após trauma
Cefaleias Crônicas Primárias
- • Enxaqueca crônica
- • Cefaleia tensional crônica
- • Dor facial persistente
- • Algumas formas de DTM persistente
Dor Visceral Primária
- • Síndrome do intestino irritável
- • Dor pélvica crônica
- • Dispepsia funcional
Musculoesquelética Primária
- • Dor lombar crônica inespecífica
- • Dor torácica primária
- • Dor cervical crônica primária
Dor Crônica Secundária
A dor como sintoma de uma doença subjacente.
A dor como sintoma de uma doença subjacente.
Dor Crônica Neuropática
- • Dor Neuropática Periférica
- • Dor Neuropática Radicular
Pós-trauma ou cirurgia
- • Dor persistente após cirurgias na coluna
- • Dor persistente após procedimentos ortopédicos
- • Dor persistente após fraturar
- • Dor persistente após entorses e lesões esportivas
- • Dor associada à DTM
- • Dor miofascial mastigatória
Pós Câncer
- • Dor causada pelo tumor primário
- • Dor causada por metástases
- • Dor causada pelos tratamentos (quimioterapia, radioterapia, cirurgia)
Cefaleias Crônicas Secundárias
Dores de cabeça persistentes que surgem como sintoma ou consequência de outra doença ou problema de saúde subjacente.
Visceral Secundária
- • Dor originada em órgãos internos devido inflamação persistente
- • Dor originada em órgãos internos devido inflamação persistente
Musculoesquelética
- • Hérnia de disco
- • Estenose do canal vertebral
- • Dor crônica do joelho
- • Dor crônica do ombro
- • Tendinopatia de Aquiles
- • Epicondilalgia lateral
Recuperação Funcional e Reabilitação
Também acompanhamos pacientes que desejam recuperar movimento, capacidade física e qualidade de vida após períodos prolongados de dor, inatividade ou limitações funcionais ou que desejam melhorar a performance.
Na Ressora
o cuidado é
integrado
Se a dor é construída por vários fatores, o tratamento também precisa ser.
Isso acontece porque a dor crônica raramente tem uma causa única. Ela é multifatorial: envolve o sistema nervoso, o emocional, o estilo de vida e a história do próprio corpo. Tratar cada fator isoladamente, sem conectar os pontos, resulta em alívios temporários — não em recuperação real.
Na Ressora, não trabalhamos com sessões soltas.
Trabalhamos com um processo contínuo, com acompanhamento e evolução real.
Nosso objetivo não é apenas reduzir a dor. É ajudar você a recuperar a confiança no seu corpo.
O Método Ressora
Escuta dedicada
A primeira etapa é desacelerar. Ouvir com atenção e investigar com profundidade. Antes de qualquer intervenção, a gente precisa entender as características da sua dor.
Planejamento consciente
A partir dessa compreensão, construímos um plano de cuidado personalizado. Nada engessado e genérico. Um plano que respeita o seu momento, a sua rotina e o que o seu corpo consegue sustentar agora.
Acompanhamento constante
O tratamento não é linear e isso faz parte do processo. Por isso, acompanhamos de perto cada fase, ajustando o percurso sempre que necessário.
Perguntas Frequentes
Preciso de um exame de imagem para começar o tratamento?
Não necessariamente. A dor crônica é avaliada principalmente pela sua história, sintomas e na avaliação funcional. Exames de imagem podem complementar, mas raramente são o ponto de partida. Muitos pacientes chegam com laudos “normais” e ainda assim sentem dor intensa, incapacidade, o que reforça que o problema está na sensibilidade do sistema nervoso, não em uma lesão detectável aos exames de imagem. Desta maneiras, testes clínicos são primordiais.
Se não aparece no exame, a dor é psicológica?
Não. A sua dor é real. O que acontece é que nem toda dor está relacionada a uma lesão visível. Em muitos casos, o sistema nervoso fica mais sensível e passa a interpretar estímulos comuns como dolorosos. Isso significa que o corpo precisa de um tipo diferente de cuidado, que leve em conta essa sensibilidade, e inclusive, alterações emocionais podem fazer com que você experimente mais dor, exatamente pelo fato de o sistema nervoso estar mais sensível, mas a dor é real, “não é coisa da sua cabeça”.
O tratamento envolve apenas exercícios?
Não. O movimento é uma parte importante, mas o cuidado vai além disso. Consideramos fatores como sono, rotina, comportamento e a forma como o seu corpo responde ao dia a dia. Iremos lhe orientar caso necessário, com práticas de higiene do sono, por exemplo, fazer encaminhamentos quando necessário. Além disso, contamos com tecnologias, neuromodulação transcraniana não invasiva tDCS, terapia por ondas de choque. O tratamento é integrado, não isolado.
Vou sentir dor durante os exercícios?
Nem sempre. Nosso objetivo não é provocar dor, mas encontrar uma dose de exercício que seja segura, tolerável e adequada para o seu momento atual.
Em alguns casos, pode haver um leve aumento dos sintomas durante ou após a atividade, o que nem sempre significa que houve dano ou piora da condição. Por isso, monitoramos cuidadosamente sua resposta aos exercícios e realizamos os ajustes necessários ao longo do tratamento.
À medida que sua capacidade física aumenta e seu organismo se torna mais adaptado às demandas do movimento, atividades que antes geravam desconforto tendem a ser realizadas com mais segurança, confiança e liberdade.
Quanto tempo leva para eu sentir os primeiros resultados?
Essa resposta varia de acordo com diversos fatores, como a condição clínica, o tempo de duração da dor, a capacidade física atual, a qualidade do sono, os hábitos de vida e a resposta individual de cada paciente ao tratamento.
Em geral, muitas pessoas começam a perceber os primeiros sinais de melhora nas primeiras semanas, seja através da redução dos sintomas, do aumento da confiança para se movimentar ou da melhora na capacidade de realizar atividades do dia a dia. Mudanças mais consistentes e duradouras costumam acontecer ao longo das semanas e meses seguintes.
E se eu já tentei outros tratamentos?
Você não está sozinho. Grande parte dos pacientes com dor crônica já passou por diversas tentativas de tratamento antes de chegar até nós.
O fato de outras abordagens não terem gerado o resultado esperado não significa que sua condição não tenha solução. Muitas vezes, é necessário revisar o caso sob uma nova perspectiva, identificar fatores ainda não investigados e construir uma estratégia mais adequada às suas necessidades atuais.
Experiências anteriores não representam um fracasso. Elas fazem parte da história clínica que utilizamos para orientar os próximos passos.
Minha dor tem cura?
A resposta depende da condição clínica e dos fatores envolvidos em cada caso.
Na Ressora, preferimos falar em recuperação, controle dos sintomas e ganho de autonomia. Nosso principal objetivo é reduzir o impacto que a dor exerce sobre a sua vida, ajudando você a recuperar movimento, confiança, funcionalidade e qualidade de vida. Tratamentos que apenas focam na intensidade da dor funcionam apenas a curto prazo, não transformam.
Em muitos casos, a dor pode diminuir significativamente ou até desaparecer. Em outros, o foco está em aumentar sua capacidade de viver bem, realizar suas atividades e retomar aquilo que é importante para você, mesmo quando a dor não desaparece completamente.
Mais do que buscar apenas a ausência de dor, buscamos devolver liberdade, independência e controle sobre a sua vida.
Preciso estar em crise paara começar o tratamento?
Não. Na verdade, muitas vezes iniciar o acompanhamento antes que a dor atinja níveis mais elevados permite uma abordagem mais progressiva, planejada e eficiente.
No entanto, também atendemos pacientes em períodos de crise ou com quadros de maior complexidade. Nesses casos, adaptamos a avaliação e o tratamento às condições atuais do paciente, respeitando seus limites e priorizando estratégias que favoreçam segurança, controle dos sintomas e recuperação gradual.
Permita-se seguir
com mais leveza
A dor pode até ter te feito parar.
Mas ela não precisa definir o seu futuro.
atendidos
Ciclo de tratamento personalizado